Olimpíadas passou rápido

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A Olimpíadas Rio 2016 teve uma organização parecida com a da Copa do Mundo, poucos problemas e nenhum deles que tenha sido importante ao ponto de atrapalhar os jogos. O pior talvez tenha sido a queda da câmera.

Nas medalhas os norte-americanos ficaram muito a frente, com 121 medalhas 46 medalhas de ouro. 



A competição foi de Phelps, chegando ao número mágico de 23 medalhas de ouro, de Bolt, chegando ao 3-3-3 em três olimpíadas perfeitas nas pistas. Foi também de Simone Biles, nova, mas já encantando.

Houve a torcida brasileira, questionada, que ao mesmo tempo que foi bem, errou. Tiveram os americanos mentirosos que viram que mentira tem braçada curta. Além de muitas outras coisas fora dos campos, pistas, quadras e piscinas.



O Brasil sonhava com o 10° lugar no quadro de medalhas, não deu, mesmo com a melhor participação de todos os tempos com 19 medalhas e 7 de ouro.



A primeira do futebol, a terceira do vólei, a surpresa de Thiago Braz no salto com vara, a nova geração da vela com Martine Grael e Kahena Kunze, o vólei de praia com Alisson Cerruti e Bruno Schimidt, no judo com Rafaela Silva e no boxe com Robson Conceição. Todos ouro. Ainda houve Isaquias Queiroz com três medalhas, tudo começou com Felipe Wu.


Espero que nós, filhos do futebol, não esqueçamos dos outros esportes, nem de quem fez história nesse tempo dos jogos.

A fase Copa do Mundo e Olimpíadas do Rio acabou. Foi bom, talvez fosse melhor que não existisse por uma série de fatores, mas isso nunca saberemos.

Agora vai ser longe, Copa do Mundo na Rússia em 2018 e Olimpíadas no Japão em 2020.

O legado talvez não seja o esperado, o imaginado, o devido, mas haverá. Tomara que a valorização de uma cultura de esporte seja um deles.

Tivemos muitas histórias e emoções, valeu a pena.

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