Decisão em Medellín, Nacional favorito
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Os colombianos, com mais posse de bola, ditavam o ritmo da partida e foram criando suas chances. 57 % do primeiro tempo foi de posse verde e branca.
Com o mesmo esquema da partida da semifinal contra o São Paulo, o time desta vez só não contava com Mejía. O desfalque fez diferença na saída de bola, mas a maior dificuldade dos colombianos era superar a ansiedade de disputar uma final de Libertadores e de furar a defesa comandada por Mina - ótimo zagueiro.
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Berrío ganhou dele na disputa corpo a corpo, passou no meio de outros defensores e bateu de fora da área no canto de Azcona. O Nacional é especialista no jogo coletivo, mas tem bons jogadores, por isso, abriu o placar em jogada individual.
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O Atlético não fazia a melhor partida na competição, mas o suficiente para vencer.
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Cabezas não fazia um bom jogo, saiu, Julio Angulo não estava tão mal, também saiu. Era a tentativa de fazer melhor a equipe, ser mais efetiva e terminar em gol.
Do outro lado Reinaldo Rueda se movimentava, colocava Guerra para organizar o time no lugar de Pérez. Mas jogou no lugar de Torres que saiu para entrada de Blanco, este jogou de volante.
O jogo seguia morno, o ritmo do Nacional era lento, não conseguia encaixar os contras, já não tinha o controle do jogo, a posse de bola já era 50 x 50 e foi ameaçado na bola parada novamente.
Sonoza mandou na área e Mina, na sobra, empatou a decisão da Libertadores no Equador, aos 41'.
No final ficou lá e cá, vários jogadas próximas de se concretizar, não deram em nada: 1x1.
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O Nacional não fez uma de suas melhores partidas na competição hoje, é favorito na semana que vem, além de jogar em casa é melhor. Mas nunca duvidemos do Del Valle, um time muito corajoso, não se dá por vencido nunca.
Estatísticas: Footstats
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