BR-16 #5: Inter na ponta e 4x3 de qualidade no Pacaembu
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O Colorado não sabe propor o jogo, mas sabe reagir bem, a cara de Argel, tanto que fora conseguiu vencer o São Paulo no Morumbi e o Santos na Vila, em casa empatou com a Chapecoense e venceu o Atlético-PR e o Coritiba por 1x0. A bola parada também é uma arma importante, fez seus dois últimos gols assim. Na defesa faz muitas faltas leva bastante cartões, pode ser um problema pro restante da competição.
Não acredito que o Internacional possa chegar ao ponto do jogo bonito com Argel Fucks no banco e sem grandes craques na equipe. Mas como tudo no futebol e esperar para ver.
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A partida mostrou um Palmeiras fortíssimo em casa, com brio, torcida participava e com qualidades antigas. O gol de Gabriel Jesus é uma jogada dos tempos de Marcelo Oliveira e as bolas paradas com Victor Hugo são decisivas há tempos também.
O diferencial de Cuca está mais na agressividade para roubar a bola no ataque e criação de jogadas para furar a última linha com os atacantes que se movimentam bem. Contra o Grêmio o antigo Palmeiras foi importante, mas com Cuca as qualidades têm de prevalecer mais vezes e nos jogos fora de casa também. Ninguém é campeão só com a campanha de mandante.
Com a derrota o gremista vê o rival isolado na frente com 13 pontos - o Grêmio é o segundo com 10 e o Palmeiras o quarto com 9.
São dois times que vão brigar na ponta da tabela.
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Em terceiro, o Corinthians segue sendo o time dos pontos corridos. É sempre
perigoso taxar times para tipos de campeonatos, mas as recentes
eliminações em mata-matas do alvinegro tendem a acreditar nisso.
Com 10 pontos, apesar dos problemas o Timão inicia bem o campeonato.
Ao
contrário do rival, o Santos sem o trio: Ricardo Oliveira, Lucas
Lima e Gabriel, sofre demais. Não briga na parte de cima da tabela
por causa da CBF e pode ter o campeonato todo comprometido por um
começo ruim. O elenco é curto, falta repertório e Dorival não tem
nada há fazer.
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Na quinta rodada foram 25 gols marcados, quatro vitórias de visitantes e um empate. Com público de apenas 11.400 pagantes por partida, os clubes ainda não sabem trabalhar a torcida. Não percebem que os espaços vazios fazem mal a eles, independentemente do dinheiro arrecadado nas partidas.
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