O Chile é freguês mesmo

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No Emirates Stadium a casa da nova geração brasileira, a seleção de Dunga enfrentou o Chile.

Se a França sempre foi uma pedra no sapato do Brasil, já o Chile foi sempre ao contrario. Mesmo na última partida contra o Chile no Mineirão, naquela oitavas de Copa do Mundo, por pouco Pinilla não livrou o Brasil dos 7x1.

Dunga mudou bastante o time que jogou contra a França. Do meio pra frente só ficou Neymar, atrás saiu Filipe Luis e entrou Marcelo.

O Meio de campo com: Souza, Fernandinho, Douglas Costa e Coutinho não funcionou. Luiz Adriano, na frente, não pegou na bola.

Se no jogo anterior, foi importante a não dependência de Neymar, hoje não se pode dizer o mesmo.
Todas as jogadas ofensivas eram com ele, chegando até a ser fominha em alguns lances, os chilenos o paravam com falta. A única coisa que o camisa 10 brasileiro conseguiu foi um cartão amarelo.
No segundo tempo, percebendo que o esquema inicial não fluía, Dunga “apelou” para Robinho, Elias, Firmino e Willian. Um esquema bem mais parecido com o do jogo da França.

O time melhorou um pouco, o suficiente para abrir o placar com Firmino depois de receber ótimo passe de Danilo e driblar o goleiro.

Esse gol foi à única jogada bonita em todo o jogo. Firmino salvou o dinheiro gasto no ingresso pelos torcedores e o time. Vitória brasileira por 1x0.

A vitória brasileira na pelada em Londres teve uma atuação bem fraca, mas foi importante por realmente testar alguns jogadores.  Os testes mostraram que o time do primeiro tempo não funciona. Souza, Luiz Adriano e Douglas Costa não forma bem. Coutinho também não, mas merece outra chance.

O Chile mostrou um bom toque de bola, só que no ataque foi muito fraco. O freguês perdeu de novo para o Brasil, mesmo sem jogar bem.

O time do segundo tempo e do jogo contra a França deve ser a base do time titular na Copa América.


Por enquanto são 8 jogos e 8 vitórias, seguem os 100%, até quando?


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