Campeonato com apenas um clube brilhante: Cruzeiro
Chegou ao fim o campeonato brasileiro de 2014. Agora já são
11 edições de pontos corridos, aos poucos os times, os jogadores e os
torcedores vão se acostumando com esse formato de disputa. Muita gente prefere
uma final, mas já temos a Copa do Brasil, os estaduais e a Libertadores pra
isso.
O campeão, na verdade, o bi-campeão, foi o Cruzeiro. Com o
recorde de 80 pontos, 24 vitórias, 67 gols marcados, 29 gols de saldo e 70.2%
de aproveitamento. O time mais pronto do Brasil conquistou o bi campeonato
seguido, o tri nos pontos corridos e o tetra unificado. Assim como o Palmeiras
de 1993-94 o Cruzeiro foi campeão 2013-14 com uma base bem definida nos dois
anos.
2013: Fábio, Ceará (Mayke), Dedé, Bruno Rodrigo e Égidio;
Nilton, Lucas Silva, Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart e Dagoberto (Willian) e
Borges. 2014: Fábio, Mayke (Ceará), Dedé, Léo e Égidio (Samudio); Henrique,
Lucas Silva, Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart e Willian (Marquinhos) e Marcelo Moreno.
O time de Marcelo Oliveira tem o jogo coletivo como sua
maior qualidade, e Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart como principais jogadores.
No brasileirão cheio de times medíocres o Cruzeiro é o time diferente e está à
frente de todos os outros.
O campeonato que teve o São Paulo com seu “quarteto mágico”
que chegou a ameaçar o Cruzeiro durante uma fase do campeonato, mas acabou com
70 pontos, 10 atrás do campeão.
Teve na Libertadores o Inter que tomou 5 da Chapecoense, mas
ficou na frente do Timão que se despede de Mano e vai rumo a
“pré-Libertadores”. Ambos marcaram 69 pontos.
Rebaixados: O Botafogo, que em suas dividas e falhas não
aquentou e caiu. Levou junto com ele o Criciúma e os baianos, Bahia e Vitória.
O Palmeiras se salvou com 40 pontos. Com toda sua quantidade
e falta de qualidade foi até o último minuto do campeonato brigando para não
cair. Foi o time que mais tomou gol, só não caiu porque teve gente que foi
pior.
O artilheiro foi o cone da Copa. Fred fez 18 gols e foi o
artilheiro máximo da edição. Outro que é remanescente da Copa é Felipão. Um
pouco depois de deixar a seleção assumiu o Grêmio com o objetivo de chegar a
Libertadores. Não conseguiu.
A aposentadoria do campeonato parecia ser a de Rogério Ceni.
Mas o “Mito” não consegue parar de jogar bola, renovou. Alex parou mesmo, o
“camisa 10” clássico e raro hoje em dia deu adeus ao futebol depois de sua
longa e vitoriosa carreira por Palmeiras, Cruzeiro, Coritiba e Fenerbahce.
O campeonato chegou ao fim, ano que vem tem mais. Sem
Vitória, Bahia, Botafogo e Criciúma. E com Joinville, Ponte Preta, Vasco e
Avaí. Cruzeiro vai tentar o Tri e outros times, claro, o derrubar.
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